Eles não são deuses, diz advogado Renê Siufi sobre promotores do Gaeco

Eles não são deuses, diz advogado Renê Siufi sobre promotores do Gaeco IMAGE


Advogado de Jamil Name, Renê Siufi, citado no processo contra o empresário, disse que vai entrar com uma ação contra os promotores do Grupos de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), autores do processo. 

“Eu vou entrar com processo; Eles não são deuses. A gente não sabe o que acontece no meio deles e nós que pagamos o salário deles”, disse Siufi ao Correio do Estado. Seu nome é citado no processo para embasar a confiança de Márcio Cavalcante da Silva, referido como gerente organização criminosa, em que os ‘chefões’ seriam Jamil Name e Jamil Name Filho. 

Conforme o documento, o “nível de confiança depositado no representado em Márcio é alto, visto que se constatou que ele responde diretamente a Jamil Name, não se valendo de intermédios, mantendo inclusive contato com o advogado da família”, neste caso Renê Siufi, que teria aconselhado Jamil Name Filho a fugir da cidade, fato que teria acontecido. Segundo os autos do processo, Name Filho teria revelado que permaneceu de 30 a 40 dias na casa de Fahd Jamil, seu padrinho, em Ponta Porã. 

No dia em que a operação foi deflagrada, Siufi classificou como piada a prisão de seus clientes sobre a acusação de criação de grupo de extermínio, milícia armada. A advogado foi taxativo ao ser perguntado sobre o que ele acha da ação e das acusações. “Eu acho uma piada, isso é coisa do Gaeco, igual a Coffee Break. No meu ver não tem nenhum fundamento”, disse. 

Veja o trecho onde aparece o nome do advogado:

 

CUSTÓDIA 

Name, preso em flagrante por porte ilegal de arma, prestou depoimento na manhã desta segunda-feira (30) em audiência de custódia que ocorreu no Fórum de Campo Grande e a decisão do juiz de plantão David de Oliveira foi de mantê-lo preso. Além de Name, mais quatro presos durante a Operação Ormetà, o policial civil Frederico Maldonado, Eltom Pedro de Almeida, Luís Fernando da Fonseca e Arthur D´Álcio também foram ouvidos na manhã de hoje, durante audiência de custódia, e tiveram a prisão decretada. Apenas Eltom Pedro teve concessão de liberdade provisória por porte ilegal de arma e teria que pagar fiança de R$ 2.994,00, mas o valor não foi pago e ele continua preso. 

A informação é de que os cinco presos serão redistribuídos pela Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen), mas até o fechamento desta matéria não foi informado o local para onde cada um foi levado. Siufi declarou que é “tudo mistério” ao ser indagado pela reportagem sobre o local em que seu cliente seria transferido.

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